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	<title>Logon.com.pt &#187; Webdesign</title>
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	<description>Notas breves</description>
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		<title>@media 2009 &#8211; Mark Boulton &#8211; Font Embedding and Typography</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 23:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jjoaquim/3666890092/in/set-72157620653048540/"><img width="500" src="http://farm3.static.flickr.com/2424/3666890092_ba8409b7ed.jpg" alt="Mark Boulton - Font Embedding and Typography"/></a></p>
<p><a href="http://markboulton.co.uk/" title="Mark Boulton">Mark Boulton</a> é designer gráfico e já trabalhou em empresas como a BBC, a T-Mobile e a British Airways. Lançou recentemente o livro <a href="http://www.fivesimplesteps.co.uk" title="Five Simple Steps">A Pratical Guide to Designing for the Web</a> que recomendo vivamente a quem quiser saber mais sobre o design para a web, da tipografia à teoria da cor, passando pelas grelhas, está lá tudo. A apresentação de Mark Boulton foi sobre um dos temas quentes do momento, Font Embedding. E também sobre Tipografia, é verdade.</p>
<p>Apaixonado pela tipografia há muitos anos, Mark explicou que um dos trabalhos que teve, ainda na faculdade, foi descrever as suas memórias passadas recorrendo à tipografia. Pode parecer estranho à primeira leitura mas para ele faz todo o sentido, uma vez que cada tipo de letra, bem como as suas propriedades, pode transmitir diferentes sensações e estímulos a quem lê.</p>
<p>Como humanos criamos estruturas para nos ajudar a lidar com as coisas. Na web acontece a mesma coisa. A organização permite criar uma lógica nos sites que os tornam mais simples e fáceis de utilizar.</p>
<blockquote><p>Os tipógrafos eram os Arquitectos de Informação antes estes aparecerem.</p>
</blockquote>
<p>Actualmente durante a concepção da maioria dos sites a tipografia apenas é considerada nas etapas finais do projecto. Na opinião de Mark a tipografia devia ser incluída em todas as fases dos projectos, pois é esta que vai transmitir a mensagem. É como subir o Evereste, mas de forma estruturada, uma coisa de cada vez. A escolha errada do tipo de letra vai afectar o resto da estrutura.</p>
<p>Na web os designers não controlam os tipos de letra utilizados pois estes variam consoante o dispositivo a partir do qual se acede aos sites. Solução? Font Embedding! Mas este é um assunto delicado já que as fundições detêm os direitos sobre a maioria dos tipos de letra existentes e são corporações enormes e com processos de licenciamento demasiado complexos e demorados para satisfazer as necessidades actuais dos designers.</p>
<blockquote><p>Comics Sans: a culpa não é tua! Foste vítima de abuso!</p>
</blockquote>
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		<title>@media 2009 &#8211; Dan Rubin &#8211; Designing Virtual Realism</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 22:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jjoaquim/3666889100/in/set-72157620653048540/"><img width="500" src="http://farm3.static.flickr.com/2472/3666889100_541553eece.jpg" alt="Dan Rubin - Designing Virtual Realism"/></a></p>
<p>Depois do almoço, com o <a href="http://richclarkdesign.com/" title="Rich Clark">Rich Clark</a>, um dos membros do <a href="http://html5doctor.com/">HTML5 Doctor</a>, o <a href="http://twitter.com/DarrenBailey" title="Darren Bailey">Darren Bailey</a> e alguns elementos da <a href="http://clearleft.com" title="ClearLeft">ClearLeft</a> foi a vez de <a href="http://superfluousbanter.org/" title="Dan Rubin">Dan Rubin</a>, User Interface Designer para a <a href="http://sidebarcreative.com/" title="Sidebar Creative">Sidebar Creative</a> apresentar Designing Virtual Realism.</p>
<p>A apresentação focou-se essecialmente no design de interfaces e de como as texturas que conhecemos do nosso dia-a-dia podem ajudar a melhorar a qualidade geral dos nossos sites, bem como a forma como os utilizadores se servem deles.</p>
<p>Falou no facto de o design estar presente em todos os produtos que utilizamos diariamente e que as nossas experiências passadas determinam a forma como nos relaccionamos com eles e como os utilizamos. O ambiente providencia contexto às coisas, ou seja, cada objecto pode ter diferentes utilizações e/ou interpretações consoante o local ou situação em que se encontra.</p>
<p>A forma com que utilizamos os diversos dispositivos faz com que a interacção com eles exija muito pouco da nossa mente. Utilizamos instintivamente, porque parece a melhor forma de o fazer, ou porque somos levados a isso? Se acha o os seus utilizadores são estúpidos, possivelmente o seu site/produto está mal concebido em termos de experiência para o utilizador. Devemos dar pistas visuais para os casos em que é possível a interacção. Os utilizadores agradecem, utilizando.</p>
<p>Aconselhou a utilização de texturas da vida real nos sites, para uma sentimento de maior familiaridade e explicou a forma como criou um dos temas <a href="http://wordpress.org/">WordPress</a> disponível na <a href="http://www.woothemes.com/">WooThemes</a>. Utilizou o scanner para passar para formato digital a textura de uma caixa de máquina fotográfica, uma embalagem a que achou piada e uma carteira. O resultado pode ser encontrado em <a href="http://www.woothemes.com/2009/03/new-theme-concept-by-dan-rubin/">New Theme Concept by Dan Rubin</a>.</p>
<blockquote><p>Na natureza tudo tem textura. Porque não no web design?</p>
</blockquote>
<ul>
<li>O design está presente em todas as coisas;</li>
<li>As experiências passadas afectam a forma de pensar sobre as diversas coisas;</li>
<li>O ambiente providencia contexto, ou seja, interpretamos as mesmas coisas de maneira diferente consoante o local onde estamos e/ou interagimos com elas;</li>
<li>Os dispositivos são encarados com extensões do corpo, ou seja, utilizamo-los sem termos de dispender grande esforço mental para o fazer;</li>
<li>Acha o que os seus utilizadores são estúpidos? Possivelmente o seu design é que tem falhas graves;</li>
</ul>
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		<title>@media2009 &#8211; Jon Hicks &#8211; Icons for Interaction</title>
		<link>http://logon.com.pt/2009/07/19/media2009-jon-hicks-icons-for-interaction/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 19:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jjoaquim/3666083009/in/set-72157620653048540/"><img width="500" alt="Jon Hicks - Icons for Interaction" src="http://farm4.static.flickr.com/3590/3666083009_0dc44d0fb4.jpg"/></a></p>
<p>O terceiro orador foi <a href="http://hicksdesign.co.uk/" title="Hicksdesign">Jon Hicks</a>, conhecido designer. Trabalha actualmente para a <a href="http://www.opera.com/" title="Opera Software">Opera Software</a> como Senior Designer.</p>
<p>Na sua apresentação tentou apresentar a utilização de ícones de forma a melhorar a interacção entre os utilizadores e as páginas e não apenas como decoração. Falou da omnipresença dos ícones na nossa vida, desde a pré-história e de como a sua forma e modo de apresentação foi variando ao longo dos tempos e dos meios nos quais eram utilizados.</p>
<p>Alguns pontos essenciais da apresentação:</p>
<ul>
<li>A utilidade dos ícones para transmitir o estado actual de um elemento (mouse over, activo, inactivo, etc.);</li>
<li>A facilidade dos ícones de produzir, imediatamente, uma reacção no utilizador (mediante a familiaridade com os mesmos);</li>
<li>A utilização de convenções, também no ícones, permite que as mesmas definições sejam utilizadas em sites distintos;</li>
</ul>
<p>Devemos utilizar ícones para:</p>
<ul>
<li>Resumir texto;</li>
<li>Atrair a atenção;</li>
<li>Explicar acções e comportamentos;</li>
<li>Transpor diferenças de linguagem;</li>
<li>Ajudar a navegação;</li>
<li>&hellip; e adiccionar interesse!</li>
</ul>
<p>Passou depois a descrever alguns dos seus processos na criação de ícones, actualmente o seu trabalho diário, desde a escolha da &#8220;metáfora&#8221; correcta para cada um dos ícones consoante o significado que se pretende obter, à existência, ou não, de convenções para determinados tipos de ícone, a recolha de inspiração dos mais variados sítios.</p>
<p>A parte da criação contempla o desenho de vários ícones, inicialmente com papel e lápis e depois transpondo-os para o computador que permite criar os ícones e testar as variadas combinações por forma a fazerem sentido e testar se, realmente, o significado que transmitem é o adequado à finalidade do mesmo.</p>
<p>Falou da necessidade de utilizar ícones que as pessoas facilmente reconheçam sem ter de haver explicação adicional, já que isso iria contra o principal factor que leva à utilização de ícones: a simplificação dos interfaces. A consistência dos ícones, as cores utilizadas consoante se pretende que chame a atenção ou que se mantenha discreto. </p>
<p>Finalmente falou dos diversos tipos de ficheiro utilizados os ícones, bem como dos prós e contras de cada um deles.</p>
<p>Podem encontrar os slides (<a href="http://files.getdropbox.com/u/23369/Icons%20for%20Interaction.pdf">pdf</a>) e o post sobre a presentação em <a href="http://hicksdesign.co.uk/journal/icons-for-interaction">Icons for Interaction</a>.</p>
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		<title>@media2009 &#8211; Simon Collison &#8211; The Process Toolbox</title>
		<link>http://logon.com.pt/2009/07/12/media2009-simon-collison-the-process-toolbox/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 21:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jjoaquim/3666082841/in/set-72157620653048540/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3657/3666082841_85ffaba963.jpg?v=0" alt="Simon Collison - The Ultimate Package" width="500" /></a></p>
<p>O segundo orador foi <a title="Simon Collison" href="http://colly.com">Simon Collison</a>, fundador da <a title="Erskine Design" href="http://www.erskinedesign.com/">Erskine Design</a> e falou sobre aquilo que <a title="Andy Clarke" href="http://stuffandnonsense.co.uk">Andy Clarke</a> apelidou de &#8220;The Ultimate Package &#8211; Traditional Techniques with a Twist&#8221;.<br />
<!--more--></p>
<h4>Os pontos-chave do &#8220;The Ultimate Package&#8221;:</h4>
<ol>
<li>Project Backbone</li>
<li>Collaboration</li>
<li>Audience Grouping &amp; Actions</li>
<li>Project Methodology</li>
<li>Roadmap</li>
<li>Inspiring Creativity</li>
<li>Conventions</li>
<li>Prototyping</li>
<li>Single Focused Design Path</li>
<li>Conclusion</li>
</ol>
<p>Na apresentação Simon falou dos processos que utiliza no seu trabalho diário para uma melhor colaboração com <a href="http://greg-wood.co.uk/">Greg Wood</a>.</p>
<p>Falou na necessidade de ter um pacote básico de ferramentas disponível no início de qualquer trabalho. De realizar o trabalho tendo sempre em conta qual o objectivo final.</p>
<p>Destacou o aspecto fundamental que a colaboração representa, de forma quer a um melhor resultado final, quer a um melhor ambiente de trabalho. Neste ponto do seu &#8220;Ultimate Package&#8221; salientou a importância da comunicação entre os diferentes intervenientes do processo de comunicação: entre designer e developer, entre estes dois e o cliente e entre os três e o público-alvo do projecto.</p>
<p>Uma das formas para melhor entender as necessidades de cada um destes elementos e por fim do público-alvo é a utilização dos pequenos hexágonos coloridos que podem ver no <a href="http://colly.com/atmedia2009/toolbox.pdf">pdf</a> e que servem para mostrar a forma como as diferentes pessoas acham que seria a estrutura final do trabalho em mãos. No fundo, diferentes pessoas criaram diferentes concentrações de hexágonos, mantendo entre todas pequenos pontos comuns.</p>
<p>Além das escolhas individuais é importante ter em conta também as necessidades dos diferentes grupos de utilizadores, executivos, pessoas com conhecimentos técnicos, sem conhecimentos técnicos, etc., fazendo os possíveis para atender à expectativa quer dos grupos quer dos indivíduos.</p>
<p>Falou depois nas diferentes metodologias possíveis para obter os melhores resultados  finais: Waterfall, Agile, Sprint, ou qualquer outra. Destacou que, essencialmente, a metodologia poderá, e deverá, variar mediante o projecto pois cada uma tem vantagens e desvantagens próprias que as farão mais ou menos apropriadas.</p>
<p>Passou depois à importância de ter um caminho bem definido entre o início do processo de criação e o resultado final, para que cada um dos envolvidos saiba em que parte do processo se encontra e quais as suas responsabilidades na fase actual.</p>
<p>A necessidade de inspirar a criatividade e formas de o fazer foi o ponto seguinte. Desde objectos do dia-a-dia, a grupos de fotos no <a href="http://flickr.com">Flickr</a>, screenshots de páginas, até ao factor positivo que representa um espaço físico de trabalho, com materiais relativos ao trabalho. Este espaço é, para ele, essencial no processo criativo.</p>
<p>No sétimo ponto, Convenções, falou nas vantagens que a utilização de convenções trará quer ao andamento de um trabalho, ao tempo necessário para o concretizar e ao resultado final. As convenções permitem uma maior rapidez a detectar possíveis erros e na sua posterior correcção. Desde convenções nos ficheiros CSS e na sua organização, até à convenção na estrutura das pastas existentes em cada projecto.</p>
<p>A importância da criação de protótipos  detalhados daquilo que se pretende produzir permite testar diferentes formas de interacção ainda antes de as transportar para HTML e CSS. Destacou particularmente os protótipos em papel pela facilidade e rapidez de criação. A criação de protótipos HTML e CSS permite então testar todas, ou quase todas, as interacções possíveis no ambiente natural do site, o browser.</p>
<p>A definição de um caminho directo e bem documentado durante todo o processo de trabalho é essencial para maior rapidez, melhor ambiente de trabalho, melhor entendimento entre todos os envolvidos, melhor qualidade e, mais importante que tudo, uma maior satisfação dos utilizadores do trabalho final.</p>
<p>Podem encontrar os slides em <a title="@Media2009: The Process Toolbox - Presentation Slides" href="http://colly.com/atmedia2009/toolbox.pdf">@Media2009: The Process Toolbox</a></p>
]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>@media 2009 &#8211; Andy Clarke &#8211; Walls Come Tumbling Down</title>
		<link>http://logon.com.pt/2009/06/29/media-2009-andy-clarke-walls-come-tumbling-down/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[@media2009]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jjoaquim/3666887678/in/set-72157620653048540/" title="Andy Clarke - Walls Come Tumbling Down"><img alt="Andy Clarke - Walls Come Tumbling Down" src="http://farm4.static.flickr.com/3645/3666887678_8acef5051a.jpg?v=0"  width="500" /></a><br />
A começar o primeiro dia do evento esteve <a href="http://stuffandnonsense.co.uk">Andy Clarke</a>, presente em todas as edições anteriores.</p>
<p>Começou por falar na situação actual, de crise, e da forma como ela nos afecta, seja qual for a nossa profissão. Passou depois a descrever algumas mudanças que podemos fazer para melhorar os nossos processos de trabalho.<br />
<!--more--><br />
Destacou a importância de manter um pensamento positivo em tempos de crise e recessão, pois as recessões podem ser muito estimulantes para a criatividade. Uma forma diferente de &#8220;a necessidade aguça o engenho&#8221;. E somos nós, os profissionais da web, que precisamos de fazer estas mudanças, não os nossos clientes. Nós temos o conhecimento e precisamos de encontrar formas de o tornar mais rentável. Nisto, a criatividade é um ingrediente essencial.</p>
<p>Utilizamos métodos e processos ultrapassados. Precisamos de encontrar novas maneiras de ser criativos, mudar a ideia que os clientes têm sobre o nosso trabalho.</p>
<h4>Tempo de descartar hábitos antigos.</h4>
<p>O habitual processo de Design &#8211; Visuals &#8211; Cliente &#8211; Developer &#8211; Tests consome demasiado tempo e é extremamente ineficiente. Precisamos de um workflow baseado na criatividade: Design (CSS e HTML) &#8211; Pequenos ciclos de trabalho &#8211; Design Interactivo torna todo o processo de criação mais rápido, mais interactivo e com um maior retorno sobre o investimento para o cliente.</p>
<h4>O browser como uma ferramenta de design</h4>
<p>Para quê utilizar aplicações de edição gráfica, como o Photoshop, para fazer algo para a Web? Estas falham nesse propósito pois não permitem uma reprodução exacta do comportamento de um layout no browser. Redimensionar a janela, aumentar o tamanho do tipo de letra, o movimentar do rato sobre os diferentes elementos.</p>
<p>Para quê mostrar aos clientes designs estáticos de uma coisa que se pretende interactiva? Isso torna as interacções dos diferentes elementos mais dificeis de explicar.</p>
<p>O design utilizando HTML e CSS é interactivo. Torna-se táctil. É tempo de parar de mostrar layouts estáticos aos clientes. Esta é uma das principais razões para que grande parte dos sites tenham uma largura fixa e sejam centrados. Designs estáticos reforçam a noção de que &#8220;os sites deviam parecer exactamente iguais em todos os browsers&#8221;.</p>
<p>Utilizando o browser como a sua principal ferramenta de design conseguiu no processo de redesign do <a href="http://forabeautifulweb.com/blog/about/new_internationalist_the_last_ten_days/">New Internationalist</a> criar 30 templates em cerca de 3 semanas de trabalho.</p>
<h4>Diferente não significa defeituoso.</h4>
<p>Utilizar elementos alternativos como os pseudo-elementos que faltam no Internet Explorer 6 são coisas com as quais podemos viver. Esta foi uma das ideias que o levou a criar o <a href="http://code.google.com/p/universal-ie6-css/">Universal IE6 CSS</a>.</p>
<h4>Uma citação de <a href="http://www.simplebits.com" title="Simplebits">Dan Cederholm</a> sobre a utilização de Sobre RGBa:</h4>
<blockquote>
<p>The <strong>a</strong> stands for awesome</p>
</blockquote>
<h4>A interacção torna-se natural com o design no browser. Alguns dos pontos a ter em conta:</h4>
<ul>
<li>Pode-se testar durante o design e começa-se a testar logo desde o início;</li>
<li>Criar um sistema e não uma página, para uma maior rentabilização do tempo e menor quantidade de código;</li>
<li>Desenhar sobre uma grelha flexível, para acomodar eventuais modificações;</li>
<li>Criar do conteúdo para fora, ou seja, começar com o conteúdo e não o colocar apenas no final do design criado;</li>
<li>Utilizar convenções de código, para maior uniformidade e facilidade de manutenção futura;</li>
</ul>
<p>A utilização de sistemas flexíveis gera um maior retorno sobre o investimento, menos problemas e deixa mais tempo para comunicar.</p>
<h4>O que fazer com o tempo extra que a mudança de processo nos proporciona?</h4>
<p>Os clientes não nos pagam pelas nossas horas de trabalho, mas sim pelo conhecimento que fomos acumulando ao longo dos anos, utilizem o tempo que ganharam para aprender ou aprofundar os vossos conhecimentos.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jjoaquim/3666887938/in/set-72157620653048540/" title="Andy Clarke - Walls Come Tumbling Down"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3371/3666887938_3805a9a5d7.jpg?v=0" width="500" alt="Andy Clark - Walls Come Tumbling Down" /></a></p>
<p>Podem encontrar os slides da apresentação e a transcrição em <a href="http://forabeautifulweb.com/blog/about/walls_come_tumbling_down_presentation_slides_and_transcript/" title="For a Beautiful Web">For a Beautiful Web</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>@media2009 &#8211; o dia anterior</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 01:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para a edi&#231;&#227;o deste ano da <a href="http://vivabit.com/atmedia2009">@media</a> viagei com o meu colega de trabalho <a href="http://guyllaumedoyer.com">Guyllaume Doyer</a>.</p>
<p>Cheg&#225;mos a Londres ao final da tarde e aproveit&#225;mos o facto de termos ganho uma hora com a mudan&#231;a de fuso hor&#225;rio para passear pelos arredores do hotel. O hotel estava situado a escassos 3 minutos a p&#233; do local da confer&#234;ncia o que facilitava ainda mais as coisas. Ainda mais perto, nas costas do hotel, ficava o London Eye.</p>
<p>Depois do jantar, acabei por me deslocar at&#233; ao bar sugerido pela organiza&#231;&#227;o,  <a href="http://www.youngs.co.uk/pub-detail.asp?PubID=429" title="The Mulberry Bush">The Mulberry Bush</a>, para beber uma cerveja. Acabei por encontrar outras pessoas que iriam estar na confer&#234;ncia no dia seguinte, entre elas o <a href="http://www.quirksmode.org">Peter Paul Koch</a> que contava aparecessem mais que os 9 presentes.</p>
<p>Os posts seguintes s&#227;o representam o meu resumo de cada uma das apresenta&#231;&#245;es.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jjoaquim/3666883064/" title="St Pancras Internacional"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3594/3666883064_2f3bfdef3e.jpg?v=0" width="500" alt="Clock @ St Pancras International" /></a></p>
]]></description>
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		<title>@media 2009</title>
		<link>http://logon.com.pt/2009/06/22/media-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 20:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://logon.com.pt/?p=291</guid>
		<description><![CDATA[<p>É já esta quarta-feira que começa mais uma edição da <a href="http://vivabit.com/atmedia2009">@media</a> a conferência para e sobre web design.<br />
<a href="http://vivabit.com/atmedia2009"><img src="http://logon.com.pt/blog-images/atmedia-logo.png" alt="@media 2009 logo" /></a><br />
A edição desta ano concetra, à semelhança de anos anteriores, algumas das pessoas mais conhecidas da área. Uma melhoria em relação a anteriores edições é o facto de não haverem sessões paralelas, permitindo deste modo assistir a todas sem excepção.</p>
<p>Todas as apresentações me despertam grande interesse, mas em particular as do <a href="http://stuffandnonsense.co.uk">Andy Clarke,</a> <a href="http://vivabit.com/atmedia2009/sessions/#walls">Walls Come Tumbling Down</a>, a do <a href="http://markboulton.co.uk">Mark Boulton</a>, <a href="http://vivabit.com/atmedia2009/sessions/#font">Font Embedding and Typography</a> e a <a href="http://vivabit.com/atmedia2009/sessions/#hot">Hot Topics</a>, moderada pelo <a href="http://adactio.com">Jeremy Keith</a>.</p>
<p>Durante os dois dias que dura podem contar com resumos das sessões à medida que estas forem decorrendo.  Podem seguir a conta <a href="http://twitter.com/">twitter</a> da conferência em <a href="http://twitter.com/media2009" title="@media2009">@media2009</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Web Design Survey 2008 &#8211; os resultados</title>
		<link>http://logon.com.pt/2009/04/07/web-design-survey-2008-os-resultados/</link>
		<comments>http://logon.com.pt/2009/04/07/web-design-survey-2008-os-resultados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 19:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tech]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://logon.com.pt/2008/07/29/the-web-design-survey-2008/"><img class="left-clear" src="http://logon.com.pt/blog-images/survey-logo.gif" alt="The Web Design Survey 2008" width="180" /></a></p>
<p>Depois de ter noticiado no mês de Julho a edição de 2008 da <a href="http://logon.com.pt/2008/07/29/the-web-design-survey-2008/">The Web Design Survey 2008</a>, um questionário que pretende conhecer melhor os profissionais da web, eis que estão disponíveis os resultados.</p>
<p>Este ano em vez de ser disponibilizado um documento para consulta foi criado um site que contém toda a informação de uma forma mais confortável de ler. Encontrem-no em <a href="http://aneventapart.com/alasurvey2008/">Findings from the survey for people who make websites, 2008 </a></p>
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		</item>
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		<title>Cinco Passos Simples para Melhor Tipografia</title>
		<link>http://logon.com.pt/2009/03/11/cinco-passos-simples-para-melhor-tipografia/</link>
		<comments>http://logon.com.pt/2009/03/11/cinco-passos-simples-para-melhor-tipografia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 13:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passos Simples]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="notice">Este artigo é uma tradução do artigo original <a href="http://www.markboulton.co.uk/journal/comments/five_simple_steps_to_better_typography/">Five simple steps to better typography</a> com total conhecimento e permissão do autor, o designer inglês <a href="http://markboulton.co.uk">Mark Boulton</a>. Recentemente foi lançado o livro <a href="http://www.fivesimplesteps.co.uk/">A pratical guide to Designing for the Web</a> onde podem encontrar muitas das coisas que deram origem a esta série de posts.</p>
<p><img class="left-clear" title="fi" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/fi.gif" alt="fi" width="100" /> A Tipografia ainda é, na minha opinião, um mistério para muitos designers. O tipo de Tipografia de que falo não é o habitual &#8220;Que tipo de letra devo usar&#8221; mas sim &#8220;distinguir um hífen de um em-dash&#8221;. Chamem-me purista mas isto incomoda-me.</p>
<p>Então, numa tentativa de espalhar a palavra, aqui fica o primeiro de Cinco Passos Simples para Melhor Tipografia. Para começar vou falar da Medida.<br />
<!--more--></p>
<h3>Medir a Medida</h3>
<p><img class="left" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/measure_1.gif" alt="A Medida" width="400" /></p>
<p>Medida é o nome dado ao comprimento de uma linha de caracteres completa. Há várias unidades de medida usadas para definir a Medida. As três unidades básicas são:</p>
<ul>
<li>Um ponto = 1/72 de uma polegada</li>
<li>Uma pica = 12 pontos</li>
<li>Um em = A distância horizontal igual ao tamanho do tipo de letra, em pontos, que está a utilizar. Ex: 1em de 12pt = 12pt.</li>
</ul>
<p>Mas, com o advento do <acronym title="Desktop publishing">DTP</acronym>, e com o design de sites que se lhe seguiu, são usadas também:</p>
<ul>
<li>Milímetros</li>
<li>Pixels</li>
</ul>
<p>Há um tamanho ideal para a Medida e que é definido pela quantidade de caracteres na linha. Uma regra geralmente boa é a de 2-3 alfabetos de comprimento, ou 52-78 caracteres (espaços incluídos). Isto serve o propósito da legibilidade. Mantenha a Medida dentro destas linhas orientadoras e não deverá ter problemas de legibilidade. Note que esta recomendação poderá mudar largamente mediante pesquisas, esta é apenas uma teoria que aplico e que parece funcionar bem como regra geral.</p>
<h4>CSS e fluído?</h4>
<p>O interessante aqui são os designs fluídos para a web. Como pode a Medida reagir a um aumento, ou uma dimuição, de tamanho. Toda a grelha teria de se adaptar ao novo tamanho. Um interessante ponto de discussão e desafio.</p>
<h4>A Medida e o leading</h4>
<p>Uma regra simples é o seu leading ser mais longo que o espaçamento entre palavras. Isto porque, quando o balanço é correcto, os seus olhos deslocar-se-ão ao longo da linha em vez de para baixo.</p>
<p>Se a medida é maior que as regras para melhor legibilidade, então aumente o leading, ou a altura da linha, como é por vezes, erradamente, chamada. Isto terá o efeito de aumentar a legibilidade. O seu leading deverá aumentar proporcionalmente à Medida. <strong>Medida pequena, menor Leading. Medida mais larga, maior leading.</strong> É uma regra simples mas muito eficaz.</p>
<h4>Inverter as cores?</h4>
<p><img class="left" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/black_white.gif" alt="Reversing out" width="400" /></p>
<p>Quando inverter as cores, ex.: texto branco em fundo preto, certifique-se que aumenta o leading, o tracking e diminui o peso da letra. Isto aplica-se a todas as larguras da Medida. Texto branco em fundo preto tem um maior contraste em relação ao oposto, por isso as letras devem ficar mais separadas, mais leves em grossura e ter mais espaço entre linhas.</p>
<h4>Tracking</h4>
<p><img class="left" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/tracking.gif" alt="Tracking" width="400" /></p>
<p>Uma boa regra no que refere ao tracking das palavras (não dos caracteres) é que quanto menor for o comprimento da linha, mais apertado é o tracking, e o oposto também se verifica.</p>
<h4>A sua responsabilidade</h4>
<p>Seguindo estas simples regras garante que o corpo dos seus textos será tão legível quanto possível. Estas regras têm origem na arte da tipografia que, infelizmente para a nossa indústria em particular, não são ensinadas tanto quanto deveriam nas escolas de arte do mundo. Como resultado elas não são praticadas e a tipografia correcta e bem feita está em declínio.</p>
<p>É nossa responsabilidade, enquanto designers, de abraçar as regras que nasceram de um ofício que remonta vários séculos.</p>
<p>Espero que esta série de cinco passos, rápidos e garantidos, sirvam para melhorar a sua arte tipográfica e garantam que os computadores e o <acronym title="Desktop Publishing">DTP</acronym> não acabem com ela. Isso seria uma enorme perda.</p>
<h4>A série de artigos</h4>
<p>Este é o primeiro artigo da série &#8220;Cinco Passos Simples…&#8221; o próximo fala sobre &#8220;Hanging Punctuation&#8221;.</p>
<p class="notice">Este artigo é uma tradução do artigo original <a href="http://www.markboulton.co.uk/journal/comments/five_simple_steps_to_better_typography/">Five simple steps to better typography</a> com total conhecimento e permissão do autor, o designer inglês <a href="http://markboulton.co.uk">Mark Boulton</a>. Recentemente foi lançado o livro <a href="http://www.fivesimplesteps.co.uk/">A pratical guide to Designing for the Web</a> onde podem encontrar muitas das coisas que deram origem a esta série de posts.</p>
]]></description>
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		<title>Cinco Passos Simples para Melhor Tipografia</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 13:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josï¿½ Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passos Simples]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="notice">Este artigo é uma tradução do artigo original <a href="http://www.markboulton.co.uk/journal/comments/five_simple_steps_to_better_typography/">Five simple steps to better typography</a> com total conhecimento e permissão do autor, o designer inglês <a href="http://markboulton.co.uk">Mark Boulton</a>. Recentemente foi lançado o livro <a href="http://www.fivesimplesteps.co.uk/">A pratical guide to Designing for the Web</a> onde podem encontrar muitas das coisas que deram origem a esta série de posts.</p>
<p><img class="left-clear" title="fi" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/fi.gif" alt="fi" width="100" /> A Tipografia ainda é, na minha opinião, um mistério para muitos designers. O tipo de Tipografia de que falo não é o habitual &#8220;Que tipo de letra devo usar&#8221; mas sim &#8220;distinguir um hífen de um em-dash&#8221;. Chamem-me purista mas isto incomoda-me.</p>
<p>Então, numa tentativa de espalhar a palavra, aqui fica o primeiro de Cinco Passos Simples para Melhor Tipografia. Para começar vou falar da Medida.<br />
<!--more--></p>
<h3>Medir a Medida</h3>
<p><img class="left" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/measure_1.gif" alt="A Medida" width="400" /></p>
<p>Medida é o nome dado ao comprimento de uma linha de caracteres completa. Há várias unidades de medida usadas para definir a Medida. As três unidades básicas são:</p>
<ul>
<li>Um ponto = 1/72 de uma polegada</li>
<li>Uma pica = 12 pontos</li>
<li>Um em = A distância horizontal igual ao tamanho do tipo de letra, em pontos, que está a utilizar. Ex: 1em de 12pt = 12pt.</li>
</ul>
<p>Mas, com o advento do <acronym title="Desktop publishing">DTP</acronym>, e com o design de sites que se lhe seguiu, são usadas também:</p>
<ul>
<li>Milímetros</li>
<li>Pixels</li>
</ul>
<p>Há um tamanho ideal para a Medida e que é definido pela quantidade de caracteres na linha. Uma regra geralmente boa é a de 2-3 alfabetos de comprimento, ou 52-78 caracteres (espaços incluídos). Isto serve o propósito da legibilidade. Mantenha a Medida dentro destas linhas orientadoras e não deverá ter problemas de legibilidade. Note que esta recomendação poderá mudar largamente mediante pesquisas, esta é apenas uma teoria que aplico e que parece funcionar bem como regra geral.</p>
<h4>CSS e fluído?</h4>
<p>O interessante aqui são os designs fluídos para a web. Como pode a Medida reagir a um aumento, ou uma dimuição, de tamanho. Toda a grelha teria de se adaptar ao novo tamanho. Um interessante ponto de discussão e desafio.</p>
<h4>A Medida e o leading</h4>
<p>Uma regra simples é o seu leading ser mais longo que o espaçamento entre palavras. Isto porque, quando o balanço é correcto, os seus olhos deslocar-se-ão ao longo da linha em vez de para baixo.</p>
<p>Se a medida é maior que as regras para melhor legibilidade, então aumente o leading, ou a altura da linha, como é por vezes, erradamente, chamada. Isto terá o efeito de aumentar a legibilidade. O seu leading deverá aumentar proporcionalmente à Medida. <strong>Medida pequena, menor Leading. Medida mais larga, maior leading.</strong> É uma regra simples mas muito eficaz.</p>
<h4>Inverter as cores?</h4>
<p><img class="left" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/black_white.gif" alt="Reversing out" width="400" /></p>
<p>Quando inverter as cores, ex.: texto branco em fundo preto, certifique-se que aumenta o leading, o tracking e diminui o peso da letra. Isto aplica-se a todas as larguras da Medida. Texto branco em fundo preto tem um maior contraste em relação ao oposto, por isso as letras devem ficar mais separadas, mais leves em grossura e ter mais espaço entre linhas.</p>
<h4>Tracking</h4>
<p><img class="left" src="http://logon.com.pt/blog-images/fivesimplesteps/bettertypography/tracking.gif" alt="Tracking" width="400" /></p>
<p>Uma boa regra no que refere ao tracking das palavras (não dos caracteres) é que quanto menor for o comprimento da linha, mais apertado é o tracking, e o oposto também se verifica.</p>
<h4>A sua responsabilidade</h4>
<p>Seguindo estas simples regras garante que o corpo dos seus textos será tão legível quanto possível. Estas regras têm origem na arte da tipografia que, infelizmente para a nossa indústria em particular, não são ensinadas tanto quanto deveriam nas escolas de arte do mundo. Como resultado elas não são praticadas e a tipografia correcta e bem feita está em declínio.</p>
<p>É nossa responsabilidade, enquanto designers, de abraçar as regras que nasceram de um ofício que remonta vários séculos.</p>
<p>Espero que esta série de cinco passos, rápidos e garantidos, sirvam para melhorar a sua arte tipográfica e garantam que os computadores e o <acronym title="Desktop Publishing">DTP</acronym> não acabem com ela. Isso seria uma enorme perda.</p>
<h4>A série de artigos</h4>
<p>Este é o primeiro artigo da série &#8220;Cinco Passos Simples…&#8221; o próximo fala sobre &#8220;Hanging Punctuation&#8221;.</p>
<p class="notice">Este artigo é uma tradução do artigo original <a href="http://www.markboulton.co.uk/journal/comments/five_simple_steps_to_better_typography/">Five simple steps to better typography</a> com total conhecimento e permissão do autor, o designer inglês <a href="http://markboulton.co.uk">Mark Boulton</a>. Recentemente foi lançado o livro <a href="http://www.fivesimplesteps.co.uk/">A pratical guide to Designing for the Web</a> onde podem encontrar muitas das coisas que deram origem a esta série de posts.</p>
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